Bruno Peixoto cobra construção de UTI no Cais de Campinas

A falta de leitos nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) em Goiás continua prejudicando os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A maioria dos leitos existentes no estado está na rede pública e, mesmo assim, quem procura ajuda nos Centros de Assistência Integral à Saúde (Cais), Centros Integrados de Assistência Médica Sanitária (Ciams) e hospitais públicos, muitas vezes volta para casa sem conseguir uma vaga. Outros não conseguem resistir à demora e burocracia.

 

Para o presidente do PMDB Metropolitano, deputado estadual Bruno Peixoto, um dos fatos que estrangulam o sistema de UTI em Goiânia é que a capital atende demanda de todo o estado e não aumenta o número de vagas. "A falta de vagas nas UTIs no estado, tornou-se um grande problema de acordo que o aumento na demanda por unidades de terapia não foi suprida ao longo dos anos. A inércia na criação de novos centros de atendimento resultou na grande procura e pouca oferta", afirma.

 

Atualmente em Goiás o número de habitantes ultrapassa os 6 milhões. Para atender toda essa população existem apenas 1.227 leitos de UTI, sendo 711 pelo SUS e 516 particulares. Os dados do Departamento de Informática do SUS (Datasus) apontam ainda que a capital goiana tem 709 UTIs, sendo 388 públicas. Em Aparecida são 106 leitos, 72 reservados ao SUS.


 O deputado conta que um projeto, que já está na Secretaria de Saúde de Goiânia, prevê a criação de leitos de UTI no Cais de Campinas, no entanto, não saiu do papel. "Precisamos melhorar o atendimento à população que cresce a cada ano e em contrapartida, o número de leitos não aumenta. Já existe recurso do Governo Federal para a construção desses leitos".  Bruno Peixoto conversou com o secretário Fernando Machado e cobrou agilidade na execução deste projeto. "Não podemos mais deixar pessoas morrerem por falta de leitos de UTIs".

 

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