Bruno Peixoto e bancada da oposição votam contra a venda da Celg

A Assembleia Legislativa aprovou, no dia 1 de julho, em segunda votação, o projeto de lei nº 2248/15, que permite a venda, na totalidade ou em parte, das ações da CELG Distribuição. Na proposta, o governador Marconi Perillo (PSDB) justifica que a privatização visa preservar os interesses do Estado. Mas, para os deputados da oposição, a medida vai prejudicar os consumidores que devem se preparar para pagar mais pelo consumo.


O projeto foi aprovado com os votos contrários da bancada da oposição: Adib Elias (PMDB), Bruno Peixoto (PMDB), Delegada Adriana Accorsi (PT), Ernesto Roller (PMDB), Humberto Aidar (PT), Isaura Lemos (PCdoB), Luis César Bueno (PT), Major Araújo (PRP) e Paulo César Martins (PMDB). 


Para o deputado estadual Bruno Peixoto (PMDB), o Estado quer dilapidar o patrimônio de Goiás. “O PMDB votou contra a venda da CELG, não aceitamos que o nosso patrimônio seja vendido para empresas que só vão visar o lucro e prejudicar a população.A companhia precisava de mais investimentos e não de ser vendida”


Já o líder do PMDB na Casa, deputado estadual José Nelto (PMDB), culpa Marconi Perillo pela crise em que o Estado se encontra. “Ele é o responsável pela crise e pela falta de investimentos na CELG”. O parlamentar ressalta ainda que no período eleitoral Marconi afirmou que não iria privatizar a Celg. "O que vemos agora é mais uma traição do governador com o povo goiano".


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