Bruno defende monitoramento eletrônico em prédios públicos

A Guarda Civil Metropolitana conta hoje com menos de 1500 agentes que são responsáveis pelasegurança dos bens, prevenção de danos ao patrimônio público, sinistros e atos de vandalismo.O número é insuficiente para atender à demanda e grande parte do efetivo, que poderia estar nas ruas protegendo à população, fica nos órgãos públicos, até mesmo quando eles estão fechados. Para se ter uma ideia, 329 escolas e mais de 300 unidades de saúde contam com a segurança dos guardas. Os 33 parques de Goiânia também deveriam ter equipes, no entanto, o efetivo não é suficiente. “Seriam necessários pelo menos quatro mil agentes para atender à demanda”, afirma o comandante da GCM, Elton Magalhães.

 

Uma solução, segundo deputado Bruno Peixoto, para reforçar a segurança e colocar os guardas em locais estratégicos e que possam fazer ronda, é investir no monitoramento eletrônico. “Toda escola e prédios públicos precisam ter um sistema eletrônico de segurança monitorado, isso vai ajudar na proteção dos bens públicos e colocar os guardas nas ruas, auxiliando à população e também à polícia militar, que hoje também tem um efetivo insuficiente”, explica o parlamentar, que também é presidente do PMDB Metropolitano.

 

O comandante da Guarda concorda com o deputado que esta é a solução para melhorar a segurança e adianta que já existe um projeto de monitoramento eletrônico na Secretaria Municipal de Educação, no entanto nunca saiu do papel. “Câmeras foram instaladas no Bairro São Francisco e desde então as ocorrência no local já caíram 73%. Isso mostra que precisamos investir no monitoramento eletrônico”.

 

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